Talvez, eu queira.


Caímos, é assim, sentimos e faz parte da nossa natureza.

Morremos e revivemos, partimos e voltamos.

Já não tenho certeza da mira desse gatilho, sou guiada indiretamente por minhas atitudes, e tenho tentado não pensar nas circunstâncias ou nos porquês do agora.

Meu corpo reagi de uma forma, enquanto tento criar distrações para minha mente, a fim que permaneça quieta.

As vezes o silêncio é como uma sinfonia, embalando os mais belos sentimentos,
Por outras é latente, uma ferida interminável que nunca cessa e alucina.

Não sei descrever tão certo, ainda mais agora.

E não sei disfarçar, embora tente, desviar minha atenção.

Mudar a direção, evitar uma colisão, já não sei ao certo, talvez eu queira uma explosão.