Minha sina.


Estou costurando minhas feridas, e abrindo outras.

Tenho fechado meus olhos, para não ver que o medo de deixar, é tão grande quanto medo de não sentir.

Já não sei se um dia encontrarei a paz tão desejada, mas irei tentar aprender a conviver com minha própria fúria.

Vou continuar caminhando, até onde,não sei.

Tenho procurado meu lugar, por alguma esquina, e fotografia.

O gosto amargo têm me enjoado,
A rápida duração dos momentos bons me irritado.

A demora de cair em si, e ver a realidade, ah essa me mata.

Perdi tempo demais, e senti pouco do que gostaria.

O hoje já vai terminar, e quantas das coisas que você realmente queria, você conseguiu fazer, sentir ou dizer?

Vivo esse dilema e prometi a mim mesma começar a reverter minha sina.

Metade de mim ainda vive o passado, e a outra anseia viver o futuro.