Minhas páginas...




Doce nostalgia invadindo minha rotina.
Me afogo entre meus prantos e apavoro quem acompanho.

Nada tão simples e também incomum.
Uma dose acompanhada de ilusão apenas trago nesta noite, onde não posso fugir do que sou.

É aqui que nos encontramos, quando por alguma razão você quer se isolar, entre minhas páginas fugindo da realidade que seus olhos choram.

Aprendi que não existem limites de profundidade quando estamos na escuridão,
E todos nós a carregamos em algum momento.

Nessa jornada vivemos, esquecendo que somos imperfeitos.

Eu não entendo a necessidade de tantos procurarem serem aceitos, sabendo se que nem todas as pessoas são aquilo que nos apresenta.

As vezes me sinto livre meu caro, mas a liberdade é a união da nossa própria vontade.

Ninguém irá enxergar o mundo como você vê, somos únicos e somos o que vivemos..