Lagrimas da Existencia



Meus olhos se esquivaram do medo
Meu fantasma quer unir-se a mim
Meu coração, faminto
Minha alma me olha com dúvidas

Deixe-nos dançar
Deixe-nos brincar
Deixe-nos simplesmente ser felizes
Deixe-nos dançar
Deixe-nos brincar
Deixe-nos reviver as lembranças
Porém ninguem me escutará
Quem pode me ouvir?
Se estou completamente só?

Durante o dia ríamos e brincávamos
Nas noites, nos sentávamos e chorávamos
Nunca entendemos o quão belo tudo isso era
Mas depois, eu quiz beleza
Porém, de repente entendí que
Um verme rasteja pela sujeira
E aí eu me encontro atirado
Pronto para morrer
Pronto para expirar
Pronto para esquecer de mim mesmo
Assim nenhuma lágrima correrá
Assim, não chorarão por minha alma
Assim, nunca terei existido